

Toledo reúne agrônomos da UFSM em encontro com impacto na memória do agro
Cerca de 20 a 22 engenheiros agrônomos da turma de 1973 da UFSM participam, em Toledo, de um reencontro realizado entre 17 e 19 de setembro. A programação reúne profissionais ligados ao cooperativismo, à pesquisa, à extensão rural e à produção agropecuária em diferentes regiões do Brasil.
Toledo recebe, entre 17 e 19 de setembro, o encontro da turma de Agronomia de 1973 da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O grupo Agrogrife 73 reúne aproximadamente 20 a 22 engenheiros agrônomos para marcar os 53 anos da formatura e os 56 anos de convivência iniciada na universidade, em 1970.
A programação apresenta aos participantes a estrutura de Toledo, a gastronomia e a força do agronegócio regional. A escolha do município também levou o encontro para o interior do Paraná, em vez de destinos turísticos tradicionais, como Foz do Iguaçu ou cidades litorâneas.
Entre os organizadores está o engenheiro agrônomo e ex-vereador de Toledo Leoclides Bisognin. Segundo ele, os reencontros são mantidos a cada dois ou três anos e ajudam a preservar a amizade construída ao longo de mais de cinco décadas.
A trajetória do grupo inclui contribuições em várias áreas da agricultura brasileira. O pesquisador Hélio Dalbelo atuou na região a partir de 1974, durante oito anos na Acarpa, atual Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater. Ele participou da estruturação do Plano de Microbacias e citou a implantação de uma curva de nível de 22 quilômetros em Céu Azul como uma das ações de conservação do solo.
Dalbelo também seguiu carreira ligada à cultura do feijão e encerrou recentemente um período de dois anos como presidente da Associação Brasileira de Produtores de Feijão. Outro integrante, Elias José Zydek, iniciou a vida profissional no Paraná, na extensão rural, e depois ingressou no cooperativismo, área em que atualmente preside a Frimesa Cooperativa Central.
O orador da turma, Luiz Vicente Ghesti, destacou os 56 anos de amizade entre os colegas. Produtor rural em Brasília, ele afirmou que retornou a Toledo após cinco décadas e ressaltou que a capital também possui atividade agrícola. Após a graduação, os integrantes seguiram caminhos por instituições de pesquisa, universidades, órgãos de extensão rural, cooperativas e propriedades agropecuárias.
Fonte: gazetadetoledo.com.br
Informação que importa, direto do Oeste Paraná.
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