Caminhoneiro de Foz morre durante nevasca na fronteira entre Argentina e Chile
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Oeste do Paraná

Caminhoneiro de Foz morre durante nevasca na fronteira entre Argentina e Chile

Um caminhoneiro de Foz do Iguaçu morreu em meio à forte nevasca na fronteira entre Argentina e Chile. Outros 400 motoristas brasileiros e paraguaios seguem retidos, incluindo trabalhadores de Foz, Santa Terezinha de Itaipu, Medianeira e Cascavel.

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Por Redação Oeste Paraná · 12 de agosto de 2026 às 01:40
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# Caminhoneiro de Foz morre durante nevasca na fronteira entre Argentina e Chile O caminhoneiro de Foz do Iguaçu morreu na última quinta-feira (6), durante a nevasca que atinge a região de fronteira entre Argentina e Chile. O óbito teria ocorrido na última quinta-feira (6) e foi confirmado no dia 11 pela transportadora responsável pelo veículo. O nome do profissional não será divulgado a pedido da família.

As causas ainda são investigadas. A principal hipótese é de hipotermia provocada pelo frio extremo, com temperatura de -7°C registrada na Cordilheira dos Andes na semana passada.

O motorista estava preso havia dias em um bloqueio causado pelo acúmulo de gelo nas rodovias. Segundo o Sindicato dos Transportadores Rodoviários de Foz do Iguaçu (SITRO-FI), cerca de 400 caminhoneiros brasileiros e paraguaios continuam parados, alguns há pelo menos 20 dias.

O grupo reúne trabalhadores de várias cidades do Paraná, incluindo Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, Medianeira e Cascavel. Harrison Pierre da Silva Reis, morador de Medianeira, está retido há cerca de uma semana. Já Paulo Sutil, de Santa Terezinha, aguarda desde 11 de julho em Los Andes, no lado chileno.

Os motoristas relatam preocupação com o frio, a falta de alimentos e a estrutura disponível nos locais de espera. Alguns estão próximos de supermercados, enquanto outros permanecem em áreas afastadas. Pátios foram disponibilizados pelas empresas, mas a grande demanda faz com que a espera pelos banheiros químicos chegue a quase três horas.

Para garantir comida, os caminhoneiros se organizam para comprar mantimentos. O Sindicato dos Caminhoneiros da Argentina também distribui sopas. Equipes trabalham na limpeza das rodovias com sal e máquinas raspadoras, mas a liberação dos trechos depende da melhora do clima.

Fonte: gdia.com.br

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