Setembro Verde reúne 40 profissionais e debate capacitismo em Foz
Reprodução/H2FOZ (Foz do Iguaçu)
Cidades

Setembro Verde reúne 40 profissionais e debate capacitismo em Foz

A abertura da campanha em Foz do Iguaçu reuniu 40 profissionais da rede socioassistencial para tratar da inclusão, dos direitos das pessoas com deficiência e do combate ao capacitismo. A ação envolveu a Secretaria Municipal de Assistência Social, o CMDPD e a Unioeste.

PublicidadeGarnet Corretora de Seguros: proteger hoje e garantir amanha. Auto, residencial, vida, saude e empresarial.
Por Redação Oeste Paraná · 12 de setembro de 2026 às 13:08
Compartilhar

A Campanha Setembro Verde foi aberta em Foz do Iguaçu com a participação de 40 profissionais da rede socioassistencial. A iniciativa foi organizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD) e o projeto de extensão Multiplicadores da Inclusão, da Unioeste.

O encontro tratou da inclusão das pessoas com deficiência, da garantia de direitos e do enfrentamento ao capacitismo. Segundo a prefeitura, a programação integra as ações previstas no Plano Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, que orienta as políticas públicas voltadas a esse público no município.

Durante a atividade, uma roda de conversa abordou atitudes discriminatórias e a necessidade de fortalecer práticas de respeito, acessibilidade, autonomia, participação social e garantia de direitos. Também foram discutidas as barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência, com destaque para as barreiras atitudinais.

A educadora social Maiara de Oliveira Costa afirmou que a campanha pretende ampliar o acesso às informações sobre direitos e políticas públicas. O objetivo é levar “informação para as comunidades, para os serviços e para todas as pessoas que necessitam conhecer mais sobre os acessos e os direitos das pessoas com deficiência”.

O fisioterapeuta Nelson Trindade explicou que o capacitismo envolve preconceito e baixa expectativa em relação à pessoa por causa da deficiência. De acordo com ele, a prática é crime e pode resultar em multa e até reclusão.

Para o fisioterapeuta Guto Mazine, o combate ao preconceito é necessário para ampliar a participação social das pessoas com deficiência. As discussões também devem alcançar a comunidade, além dos serviços públicos, segundo os participantes.

Fonte: H2FOZ (Foz do Iguaçu)

PublicidadeOfertaPulso: as ofertas do dia no seu WhatsApp. Grupo publico e gratuito, saia quando quiser.
Compartilhar
Direto da redação

Informação que importa, direto do Oeste Paraná.

Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

Ao se inscrever, você aceita a nossa política de privacidade. Não vendemos seus dados.