Proposta de hospital de fronteira em Foz prevê atendimento regional e ensino
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Oeste do Paraná

Proposta de hospital de fronteira em Foz prevê atendimento regional e ensino

A candidata ao Senado Gleisi Hoffmann afirmou que pretende articular com o governo federal a construção de um hospital de fronteira em Foz do Iguaçu. A unidade seria voltada às características da Tríplice Fronteira, teria função de ensino e atenderia como referência para nove municípios da 9ª Regional de Saúde.

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Por Redação Oeste Paraná · 29 de agosto de 2026 às 18:05
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A proposta apresentada em Foz do Iguaçu alcança a rede regional de saúde do Oeste do Paraná. Segundo Gleisi, o hospital seria planejado para as particularidades da fronteira e também serviria de referência ao curso de medicina da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila).

Em entrevista à Rádio Cultura, na quinta-feira (27), a candidata disse que a iniciativa tem apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Ministério da Saúde. Ela afirmou ainda que o projeto conta com o respaldo do secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, e do diretor-brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri.

A ideia surgiu após a tentativa de federalização do Hospital Municipal Padre Germano Lauck. O processo, iniciado em 2023 com participação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), não avançou depois de manifestação contrária do Tribunal de Contas da União e de dificuldades administrativas.

Durante a agenda, Gleisi também visitou as obras da Policlínica do bairro Morumbi, selecionada pelo Novo PAC. O investimento informado é de R$ 30 milhões, dos quais R$ 17 milhões serão destinados à construção e R$ 13 milhões à compra de equipamentos. A unidade terá atendimento regional e será referência para nove municípios, mas, segundo a candidata, não substitui a necessidade de um novo hospital.

A candidata também defendeu a ampliação de políticas de cuidado, com uma rede de diagnóstico e tratamento para pessoas com autismo e novas estruturas de apoio para idosos, como centros de convivência. Ela ainda afirmou ser necessário manter e fortalecer as UPAs e os demais serviços da rede.

Fonte: colunadomeio.com.br

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