Pequenos negócios precisam proteger marcas antes de ganhar mercado
A expansão de marcas criadas por pequenos produtores pode alcançar outras cidades, marketplaces e até outros países pelas redes sociais. A fonte, porém, não informa quais municípios do Oeste do Paraná ou quantos empreendedores seriam diretamente afetados pela orientação.
Esta matéria foi produzida com auxílio de inteligência artificial a partir das fontes citadas e passou por verificação automatizada de afirmações. Como verificamos.
Marcas de cervejas artesanais, cafés especiais, roupas autorais e produtos desenvolvidos por designers independentes podem começar em uma feira ou em um quarto e conquistar novos mercados com o apoio das redes sociais. O alerta vale para negócios de diferentes portes.
Segundo a análise, o crescimento costuma começar com a escolha do nome, a criação da identidade visual, o desenvolvimento da embalagem e as vendas pelas redes sociais. A proteção jurídica, no entanto, pode ficar em segundo plano até que o empreendedor receba uma notificação, enfrente uma denúncia ou seja alertado sobre a possibilidade de perder o perfil ou a marca.
A ausência de registro pode colocar a marca em risco, mas a fonte também alerta que ligações feitas para pressionar a contratação de serviços podem ser tentativas de golpe. A orientação é verificar a situação antes de investir em embalagens, publicidade, redes sociais e na construção da reputação do negócio.
A análise recomenda pesquisar se a marca pode ser utilizada e registrada, avaliar as classes e atividades correspondentes e identificar quais ativos precisam de proteção. Dependendo do caso, podem ser considerados registro de marca, patente, desenho industrial, direito autoral, segredo empresarial ou indicação geográfica. Clara Toledo Corrêa, autora do texto, é especialista em Propriedade Intelectual e Industrial, advogada da Toledo Corrêa Marcas e Patentes e vice-presidente de Propriedade Intelectual da AN Startups Brasil.
Fonte: diariocampineiro.com.br
