Novo Porto Seco de Foz deve iniciar operações no fim de janeiro de 2027
Foto: Divulgação · Fonte: radioculturafoz.com.br
Oeste do Paraná

Novo Porto Seco de Foz deve iniciar operações no fim de janeiro de 2027

A nova estrutura de fiscalização de cargas na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai tem previsão de ser entregue em dezembro de 2026 e começar a operar no fim de janeiro de 2027. O cronograma foi confirmado pela Receita Federal em participação na Rádio Cultura de Foz do Iguaçu.

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Por Redação Oeste Paraná · 9 de outubro de 2026 às 04:40
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A reorganização do transporte internacional de cargas em Foz do Iguaçu prevê mudanças nos procedimentos de fiscalização entre os países da fronteira. A entrega do novo Porto Seco está prevista para dezembro de 2026, enquanto o início das atividades deverá ocorrer no fim de janeiro de 2027.

Segundo o porta-voz da Receita Federal, Hipólito Kaplan, a implantação ainda depende de ajustes operacionais e de entendimentos entre os órgãos responsáveis pelo controle aduaneiro no Brasil e nos países vizinhos.

Para a fronteira com a Argentina, está prevista a integração dos procedimentos aduaneiros em uma área de controle integrado no Porto Seco de Foz do Iguaçu. A proposta é concentrar em uma única estrutura as atividades de fiscalização dos dois países.

As autoridades brasileiras e argentinas continuam discutindo as condições para a atuação de servidores argentinos em território brasileiro. Entre os pontos tratados estão questões administrativas e jurídicas relacionadas às regras aplicáveis e ao exercício das funções no novo recinto.

Com o Paraguai, a previsão é manter o modelo de controle integrado em recintos localizados em lados opostos da fronteira. A atuação brasileira em território paraguaio deverá ser transferida para Presidente Franco, conforme o planejamento ligado à Ponte da Integração, sem concentração dos controles dos dois países em um único local.

A entrega da obra será seguida pelos preparativos para a transferência das operações. A reorganização também inclui a ampliação gradual do uso da Ponte da Integração e exige coordenação entre a Receita Federal, autoridades aduaneiras estrangeiras e outros órgãos de fiscalização.

Fonte: radioculturafoz.com.br

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