Captação no Hospital Bom Jesus reforça rede de transplantes do Oeste do Paraná
Reprodução/gazetadetoledo.com.br
Oeste do Paraná

Captação no Hospital Bom Jesus reforça rede de transplantes do Oeste do Paraná

A nova captação realizada em Toledo integra o trabalho regional que envolve municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Pato Branco e Francisco Beltrão. A doação foi autorizada pela família de um paciente de 68 anos após a confirmação de morte encefálica.

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Por Redação Oeste Paraná · 2 de setembro de 2026 às 02:21
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O Hospital Bom Jesus, em Toledo, realizou nesta terça-feira (1º) uma nova captação de órgãos e tecidos, no início das ações do Setembro Verde. O trabalho foi coordenado pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) da Hoesp/Hospital Bom Jesus, após o fechamento do protocolo na segunda-feira (31).

A doação ocorreu depois da confirmação da morte encefálica de um paciente de 68 anos, vítima de um acidente vascular encefálico isquêmico relacionado a complicações cardiovasculares. Mesmo diante da perda, a família autorizou o procedimento ao sistema estadual de transplantes do Paraná.

Os órgãos e tecidos captados poderão beneficiar pessoas que aguardam por transplantes. Entre os tecidos, as córneas podem contribuir para a recuperação da visão e para a retomada da autonomia de pacientes que estão na fila.

A atuação do Hospital Bom Jesus faz parte da rede da macrorregião Oeste, que reúne municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Pato Branco e Francisco Beltrão. A Organização de Procura de Órgãos da Macro-Oeste e os hospitais da região participam do processo para que as doações cheguem aos pacientes cadastrados.

Em agosto, o hospital registrou cinco protocolos de morte encefálica e teve autorização familiar em todos os casos, resultado considerado recorde pela CIHDOTT. Segundo os dados divulgados, a fila de espera reúne 5.077 receptores ativos no Paraná: 2.057 aguardam por rim e 2.752 por córnea; outros 597 estão em situação semiativa.

A morte encefálica é confirmada por protocolo com avaliações clínicas de médicos especialistas e exames complementares. A família só é consultada sobre a doação após a confirmação do diagnóstico, e a autorização familiar é necessária para a realização do procedimento.

Fonte: gazetadetoledo.com.br

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