

Candidato de Cascavel apresenta propostas do Missão para o Oeste do Paraná
Ricardo Cascavel Mais Segura, candidato a deputado federal pelo Partido Missão, defendeu infraestrutura logística para atender Cascavel e o Oeste do Paraná. Ele também afirmou que a legenda busca se diferenciar do bolsonarismo e do governo Lula.
Em entrevista ao Estúdio CGN, Ricardo André Schirmann Pereira, conhecido nas redes sociais como Ricardo Cascavel Mais Segura, apresentou as bandeiras que pretende levar à disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. Natural de Cascavel e corretor de imóveis, ele disse ter entrado na política após atuar em manifestações relacionadas à segurança pública e a moradores em situação de rua.
A candidatura é pelo Partido Missão, que teve o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro de 2025 e utiliza o número 14. Para a disputa de 2026, Ricardo foi lançado pelo Paraná com o número 1445. Segundo ele, a legenda ainda estrutura seu núcleo no Estado e busca formar um diretório em Cascavel.
Ao falar sobre a identidade do partido, o candidato citou o chamado “Livro Amarelo”, documento programático que, conforme sua descrição, reúne propostas para áreas como segurança, economia e administração pública. Questionado sobre a relação com o bolsonarismo, declarou: “Nós somos a negação do bolsonarismo e do Lula”.
A segurança pública também foi um dos principais temas da entrevista. Ricardo afirmou que a expressão “prendeu, matou”, usada pelo candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, deve ser entendida como uma referência à ação policial contra integrantes de organizações criminosas armadas, e não como autorização para matar qualquer pessoa presa.
Para Cascavel e o Oeste do Paraná, Ricardo apontou a infraestrutura logística como prioridade. Ele defendeu a duplicação da BR-277, a expansão do Porto de Paranaguá, a retomada da Ferroeste e a implantação de estrutura aeroportuária voltada ao transporte de cargas. Na avaliação apresentada, as dificuldades para escoar a produção limitam a capacidade produtiva regional.
Fonte: cgn.inf.br
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